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Angola subscreveu o protocolo para adesão a essa zona há 23 anos mas apenas no final deste ano é que o país pretende começar a implementar as medidas que convergem para adesão.

Mas os empresários angolanos vêm isso com muito ceticismo considerando o mercado interno, como estando extraordinariamente desajustado e uma economia que está praticamente estagnada.

Os altos custos de produção, a falta de capital humano ligado ao agro-negócio e pecuária, o difícil acesso ao crédito e o desconhecimento da pauta aduaneira por parte dos empresários, são apontados pela classe empresarial angolana como sendo um dos principais constrangimentos para o desafio da adesão à zona de livre comércio da comunidade de desenvolvimento dos países da África austral, SADC.

O país também não está a conseguir capitalizar a reduzida infraestrutura de que dispõe, como os caminhos-de-ferro, que deveriamser melhor aproveitados visando dar maior apoio à economia.

Por outro lado, o mercado africano também é apontado como sendo bastante fechado e com inúmeras barreias para a sua integração, a excepção de alguns pais.

Para falar sobre o assunto, ouvimos a vice-presidente da confederação empresarial de Angola, Filomena Oliveira, Santos Mussamo, chefe do departamento de tarifas e comércio da administração geral tributária e Kussonga Jordão, Bastonário da ordem dos médicos veterinários de Angola.

Fonte: Voa online, 08/06/2019

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